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  • Luísa Aranha

Vinte e cinco

Enquanto espero pelos braços

Me afago nos sorrisos

Quando tua voz ressoa

e me roubam os sentidos


Espero paciente,

sabendo que há de ser um dia

O que eu sempre pedirá.

Já tinham me avisado,

mas de esperanças

nem sempre se vive a vida

e as minhas, se findavam.


Então ali, do outro lado da tela,

envolto em histórias, te vi sorrindo.

E, aí! Que sorriso lindo!


Eu já sabia.

Mesmo que eu não quisesse acreditar,

a descrição batia

e a cada nova conversa

uma labareda se acendia.


E não precisa nem dizer,

não precisa nem viver

Pra saber que finalmente seria.

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