Buscar
  • Luísa Aranha

Pela íris

Os olhos marejados não são de hoje.

Nem as olheiras profundas.

Os cabelos bagunçados,

presos com desdém,

completam o cenário.

O rosto, puro cansaço.

Físico, emocional, desgaste.

Uma dor no osso, no músculo, na carne.

Mas o sorriso,

mesmo que tapado pelas máscaras - de pano ou de sentimentos - se espalham pela íris.

E esse, não tem quem apague.

O terra gira.

E a gente sempre procura o Sol.

LOGO CeP IMPRESSAO.png